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Velho poema convertido em música.
Publicado originalmente aqui https://blogalizeme.blogspot.com/2005/10/empatia-gramatical.html
**Verso 1**
Nunca despi de mim,
Este sentimento sem fim,
Que me arde no peito e queima,
Nos silêncios que me acenam.
As defesas que eu erigi,
Derrubam-se quando te vi,
Mas o medo não me largou,
No espelho que o tempo deixou.
**Refrão**
Minhas fraquezas, minhas falhas,
São marcas que a alma espalha,
Palavras mal ditas, bem pensadas,
Mas mal escritas, todas amargadas.
Nunca despi de mim, nunca.
Este vazio é o meu fim.
**Verso 2**
As noites de solidão,
E a dor que canta no coração,
Tentei fugir da minha verdade,
Mas ela me encontrou na cidade.
Meus olhos, com o brilho apagado,
Procuram o que foi deixado,
Mas o que perdi não volta mais,
E eu vivo entre os meus próprios ais.
**Refrão**
Minhas fraquezas, minhas falhas,
São marcas que a alma espalha,
Palavras mal ditas, bem pensadas,
Mas mal escritas, todas amargadas.
Nunca despi de mim, nunca.
Este vazio é o meu fim.
**Ponte**
Oh, quantas vezes tentei,
Ser forte e esquecer quem eu sei,
Mas a vida me molda,
E a dor me inunda,
E as palavras, se tornam canções,
De corações quebrados, mil ransos e ilusões.
**Refrão**
Minhas fraquezas, minhas falhas,
São marcas que a alma espalha,
Palavras mal ditas, bem pensadas,
Mas mal escritas, todas amargadas.
Nunca despi de mim, nunca.
Este vazio é o meu fim.
**Final**
Nunca despi de mim...
Este sentimento sem fim...
E sigo, com o coração ferido,
Pelas palavras que nunca foram ouvidas.
@ Mestrinho aka AndreL 2006
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- Indie